Pouco importa a ideia que fica. Pouco importa a marca do vinho que se bebeu, ou a quem pedimos tabaco. Não valerá a pena, marcar horas sem se ter partido. Escusado serão as promessas em tempo que ainda não chegou. Muito mais fazer tabelas de medos, com viagens de volta e com descontos para falidos. Vamos ser ingénuos, perdendo o jeito de falar de ver de pensar. Assim tudo é branco, sem forma, sem cor - mas chamem-nos a nós artistas, que nós pintaremos a mona lisa dos nossos sonhos, e só aí veremos o rácio do nosso atordoado caminho. Quanto ao fumo que ficou na sala…? Deixem-no estar, pode ser que alguém se aperceba que passamos por aqui…

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